A CorpZaP coloca o WhatsApp da empresa sob controle da própria operação. Ele deixa de depender de celulares, pessoas e processos dispersos.
O relacionamento com o seu cliente não pode depender do celular de quem atende.
Centralizado, ele vira um ativo que a empresa administra — e que fica com ela quando as pessoas mudam.
Onde a conversa com o cliente é sigilosa demais para viver no celular de alguém.
O WhatsApp que funciona para cinco pessoas vira o gargalo de uma operação com cinquenta: ninguém responsável, gestão no escuro — e, quando um atendente sai, contatos e histórico podem sair com ele.
WhatsApp
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celulares e contas avulsas
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cada atendente com sua parte
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conversas espalhadas
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dados que ninguém usa
WhatsApp oficial
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CorpZaP
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operação + governança + dados
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CorpIA
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gestão e decisão
A CorpZaP governa o canal em quatro camadas.
Quem acessa, quem atende, quem vê o quê — e o registro de cada conversa. Controle verificável, não baseado em confiança.
Equipes, filas, setores, fluxos e histórico num lugar só. A conversa pertence ao processo, não ao aparelho.
Os dados da operação viram leitura pronta para quem decide.
Instância exclusiva, com a marca e o domínio da empresa. O valor acumula no negócio, não numa pessoa.
Fluxos que respondem, qualificam e encaminham — inclusive pelo anúncio de onde o cliente veio.
ERP e CRM conectados por API e webhook: o cadastro aparece na conversa, e o que foi coletado volta.
Quando o WhatsApp vira crítico, a pergunta muda de "como atendemos?" para "como governamos esse canal?".
A fila mostra quem espera há mais tempo e avisa antes de esfriar.
Cai no setor certo e um atendente assume, com cadeado exclusivo.
Quem atendeu, quanto demorou, o que foi dito e a nota do cliente.
Cada atendimento tem número, dono e histórico, para conferir depois.
Contatos e conversas ficam no sistema da empresa. O atendente sai; o histórico fica.
Triagem e sugestão de resposta com IA instalada no ambiente da empresa, sem enviar a conversa a serviços de IA de terceiros.
| WhatsApp comum | Plataforma SaaS | CorpZaP | |
|---|---|---|---|
| Quem controla | Cada pessoa, no próprio aparelho | A empresa, dentro do modelo do fornecedor | A empresa, com regras e acessos definidos por ela |
| Onde ficam os dados | Espalhados nos aparelhos | Na infraestrutura do fornecedor (depende do modelo) | Num ambiente exclusivo: no seu servidor ou na nuvem gerenciada pela CorpZaP |
| Atendente sai da empresa | Contatos e histórico podem sair junto | O histórico fica na plataforma | O histórico fica no ambiente da empresa |
| Regras e auditoria | Não há | As que o produto oferece | Régua, permissões e políticas da empresa, com trilha |
| Inteligência | Nenhuma | Painel padrão do produto | CorpIA: leitura por área da operação |
| Marca | — | A do fornecedor | A sua, com domínio próprio |
Conversa vira dado. Dado governado vira decisão. Decisão registrada vira ativo. A leitura chega pronta, em português, e cada conclusão abre as conversas que a sustentam.
Os números vêm do sistema. A IA explica o que mudou e o que merece atenção.
Toda conclusão abre os atendimentos por trás dela. Você decide com o caso na frente.
O que a IA escreve é checado antes de aparecer. Afirmação sem respaldo é descartada.
Uma leitura por área, cada uma olhando o que interessa a ela.
Onde o cliente espera e o que saiu da meta.
Quem ficou insatisfeito e o que se repete nessas conversas.
Os assuntos que mais crescem e os que surgiram agora.
Qual anúncio traz volume — e qual traz volume ruim.
Quanto o robô resolve e onde o cliente desiste.
O que saiu das regras e quem assumiu a correção.
Quantos chamados eram oportunidade e quantos ninguém assumiu.
A regra quase sempre existe. O que falta é saber quando ela não foi cumprida — e provar depois.
Espera demais, atendimento sem dono, reclamação encerrada sem ninguém olhar: a empresa vê na hora.
Quem atendeu, para onde passou, o que foi prometido e quem encerrou. Se o cliente já tinha procurado antes, o atendimento anterior aparece ligado.
Quem assumiu cada problema, e quando, fica registrado. Some o “achei que você estava cuidando disso”.
Cada setor com os próprios limites — e quem mudou a régua fica registrado.
A empresa vê o que a IA processou e onde. A conversa não vira material de treino de ninguém.
Quando a comparação não se sustenta, o relatório diz — em vez de exibir um crescimento que não existiu.
Cada envio é conferido contra as políticas da empresa — inclusive áudio, imagem e documentos.
Quem é o cliente, o que pediu e o que foi prometido: em aparelhos de funcionários, é risco. Estruturado, vira um ativo que a empresa possui, prova e transfere.
Contatos, histórico e protocolos ficam no ambiente da empresa quando a equipe muda.
Número, responsável e histórico de cada atendimento sustentam auditoria e due diligence — quando “nós atendemos” precisa virar prova, e não lembrança.
Espera, resolução e satisfação comparáveis mês a mês, como o financeiro e o comercial.
Instância com aplicação e banco exclusivos, no servidor da empresa ou na nuvem gerenciada pela CorpZaP.
A operação sob controle da empresa
Inteligência da operação, com IA local
Proteção de dados e auditoria
A partir de 15 usuários, valores sob proposta. Piloto pago, abatido na contratação.
Funciona até três perguntas: quem responde quando duas pessoas veem a mesma mensagem? O que acontece com o histórico quando alguém sai? Como você sabe se ficou alguém sem resposta hoje? Sem resposta clara, o problema já existe — só não está medido.
A instância e o banco são da sua empresa e podem rodar no seu servidor. Mesmo com a licença vencida, o atendimento não para.
Compare com a cobrança por usuário ao longo de dois anos, e com quanto vale um cliente perdido por falta de resposta. Em distribuição e serviços, um cliente médio costuma valer mais que a licença do ano.
Pode rodar na nuvem gerenciada pela CorpZaP. Instalação, atualização e acompanhamento são nossos.
O risco cresce quando ninguém controla disparo e opt-out. Aqui as regras valem por padrão, e a queda de reputação vira alerta antes de virar bloqueio.
O robô responde só pelo que a empresa cadastrou e passa para uma pessoa quando não sabe. A sugestão ao atendente mostra a origem.
A conversa chega com resumo, sugestão e histórico, e o cadeado evita duas pessoas na mesma conversa. Quem atende sente no primeiro dia.
A partir de 1º de outubro de 2026, responder dentro da janela de 24 horas passa a ser cobrado pela Meta. Melhor chegar lá com a operação medida.
Não é uma conta numa plataforma compartilhada: cada empresa tem a própria instância, com aplicação e banco exclusivos.
No banco da sua instância — no servidor da empresa ou na nuvem gerenciada pela CorpZaP, você escolhe.
A sua empresa. Se um dia quiser sair, o banco é seu e vai com você.
Verificação da empresa, aprovação dos modelos de mensagem, qualidade do número e preço das mensagens — pago direto à Meta, sem margem nossa.
Pela API oficial do WhatsApp Business, na conta da sua empresa. O número continua o mesmo, e a virada leva poucos minutos.
Você desativa o acesso. Conversas e histórico ficam, e outro atendente assume com o contexto completo.
O robô responde pelo que a empresa cadastrou e escala quando não sabe. A CorpIA explica números calculados pelo sistema. O modelo roda no ambiente da empresa.
A empresa define políticas por tipo de dado — registrar, avisar, mascarar ou bloquear — e cada decisão fica registrada com o dado mascarado. Plano Governança.
Mostramos a CorpZaP funcionando com um número real.